Ensaio de desempenho acústico NBR 15575
Desempenho acústico · NBR 15575 · Edificações habitacionais

Comprove o desempenho acústico da sua obra antes que ele vire processo

Ensaio in loco por ISO 16283, com dodecaedro e máquina de impacto próprios, laudo com ART e nível de desempenho (mínimo, intermediário ou superior) atestado. E, quando ainda dá tempo, simulamos em projeto para você não descobrir o problema com o prédio pronto.

GNR Ambiental - 10 anos Certificação ISO 9001:2015
GestãoISO 9001:2015 (todos os serviços)
Equipamentos própriosDodecaedro + máquina de impacto
MétodoISO 16283 in loco · Laudo com ART
DiferencialPerito TJSP · Ensaio e simulação
Situação

Por que fazer o ensaio (e por que agora)

A NBR 15575 é obrigatória para toda edificação habitacional desde 2013, e a responsabilidade pelo desempenho é da construtora/incorporadora. O ensaio é a prova de que o empreendimento entrega o que a norma exige.

01 · Antes da entrega / Habite-se

Comprovar o atendimento acústico antes de repassar as unidades — e evitar que a não conformidade apareça depois, na mão do comprador.

02 · Exigência de financiamento ou do cliente

Bancos, grandes compradores e o próprio contrato de incorporação passaram a pedir a comprovação de desempenho acústico.

03 · Defesa contra reclamação de comprador

Ação por vício construtivo alegando "apartamento barulhento" é uma das mais comuns pós-entrega. O ensaio é a prova técnica que protege a construtora.

04 · Diferencial de venda

Empreendimento com desempenho acústico intermediário ou superior medido e atestado vira argumento comercial — não só o mínimo da norma.

05 · Correção dirigida

Quando algo reprova, o ensaio diz exatamente qual sistema falhou e em quanto — para corrigir o ponto certo, sem retrabalho no prédio inteiro.

Critérios

O que a NBR 15575 exige (os ensaios)

Cada elemento da edificação tem um descritor e um método próprios. É isto que medimos:

ElementoO que se medeDescritorReferência
Vedações verticais internas (paredes entre unidades)Isolamento a ruído aéreoDnT,wNBR 15575-4 · ISO 16283-1
Sistemas de pisosIsolamento a ruído aéreoDnT,wNBR 15575-3 · ISO 16283-1
Sistemas de pisosIsolamento a ruído de impactoL'nT,wNBR 15575-3 · ISO 16283-2
Vedação vertical externa (fachadas)Isolamento a ruído aéreo de fachadaD2m,nT,wNBR 15575-4 · ISO 16283-3
Instalações prediais e equipamentosNível de pressão sonoraLAeq,nT / LASmax,nTNBR 15575-1 e -6 · ISO 16032
Classificação acústica de fachadaNível sonoro incidente no entorno (classe I, II ou III)LAeqNBR 15575-4 · NBR 10151:2019
O resultado de cada ensaio é enquadrado em um dos três níveis da norma — mínimo (M), intermediário (I) ou superior (S) — usando a ponderação global da ISO 717.
Atenção

A "pegadinha" de 2025: térmico não é acústico

Onde a maioria vai errar — e onde a GNR mostra que domina o assunto.

Emendas de dezembro de 2025 (Partes 1, 4 e 5)
  • ⚠ Tratam de desempenho térmico, para incorporar o novo zoneamento bioclimático da NBR 15220-3:2024.
  • Não alteraram os critérios acústicos, que continuam os da revisão de 2021.
  • ⚠ Desconfie de quem anuncia "desempenho acústico atualizado em 2025" — a mudança de 2025 foi térmica.
Método

Como o ensaio é feito

Método normalizado, medido no imóvel real — não no papel.

Ruído aéreo

Uma fonte sonora omnidirecional (dodecaedro) gera um campo sonoro conhecido de um lado; medimos a diferença de nível padronizada (DnT,w) do outro, em bandas de 1/3 de oitava, conforme ISO 16283-1 e -3.

Ruído de impacto

Uma máquina de impacto padronizada (tapping machine) excita o piso; medimos o nível de pressão sonora de impacto (L'nT,w) no ambiente abaixo, conforme ISO 16283-2.

Instalações

Medimos LAeq,nT e LASmax,nT gerados por sistemas hidrossanitários e equipamentos prediais (ISO 16032).

Condições para um ensaio válido

Ambientes acabados como serão entregues, vazios e em silêncio; para fachada, área livre de 7 m à frente. Sem chuva, ventos fortes ou umidade acima de 95%. Por isso pedimos o projeto (DWG) e fotos antes: definimos os pontos mais desfavoráveis e garantimos que o ensaio não seja perdido.

Fonte dodecaédrica posicionada para ensaio de isolamento acústico em apartamento Ensaio de isolamento de fachada D2m,nT,w com fonte externa
Diferencial

Ensaio E simulação — a GNR faz os dois

Existem dois momentos para tratar acústica. A maioria só oferece um.

Na fase de projeto — simulação

Simulamos o desempenho acústico e o mapa de classificação de fachada antes de construir. Descobrir que uma parede não atinge o DnT,w mínimo no software custa uma revisão de especificação; descobrir com o prédio pronto custa obra. É onde se economiza de verdade.

Com a obra pronta — ensaio

Medimos in loco e atestamos o nível de desempenho para o Habite-se, o financiamento e a defesa da construtora.

Fazemos os dois sob a mesma responsabilidade técnica — o que a simulação previu, o ensaio comprova.
Instrumentação

Instrumentação própria

  • Sonômetro Classe 1 (IEC 61672) com filtros de 1/1 e 1/3 de oitava (IEC 61260) e calibrador acústico, calibração RBC/Inmetro vigente;
  • Fonte sonora omnidirecional dodecaédrica (dodecaedro) para os ensaios de ruído aéreo;
  • Máquina de impacto padronizada (tapping machine) para os ensaios de ruído de impacto.
Equipamento próprio — não alugamos nem terceirizamos. Dodecaedro e máquina de impacto não são triviais de ter; a maioria dos concorrentes subcontrata, o que encarece e tira o controle do ensaio.
Entrega

Cada laudo acompanha

  • Relação das normas técnicas empregadas;
  • Descrição dos itens ensaiados e das soluções construtivas;
  • Resultados em bandas de 1/3 de oitava e resultado global ponderado (ISO 717);
  • Avaliação de atendimento à NBR 15575 e o nível de desempenho (mínimo / intermediário / superior);
  • Registro fotográfico dos ensaios;
  • Certificados de calibração dos equipamentos;
  • ART do engenheiro responsável.
E se algum elemento reprovar?
O laudo aponta qual sistema não atingiu o critério e em quanto. A partir daí a GNR indica a correção construtiva dirigida e faz o reensaio de comprovação — tudo sob a mesma responsabilidade técnica.
Autoridade

Por que a GNR Ambiental

  • ISO 9001:2015 em todos os serviços — processo auditado, do agendamento à emissão.
  • Perito judicial no TJSP — o laudo que protege sua obra é feito por quem também é chamado pela Justiça para julgar a prova acústica.
  • Equipamentos próprios (sonômetro Classe 1, dodecaedro, máquina de impacto) — nunca um ensaio improvisado com equipamento alugado.
  • Ensaio e simulação sob o mesmo teto — do projeto à entrega, sem trocar de fornecedor.
Eng. Guilherme Nunes Rosa — Civil, Ambiental, Eletricista e de Segurança do Trabalho (CREA-SP 5069272813), com 16 anos de mercado em acústica. Perito judicial no TJSP e responsável técnico da GNR Ambiental. LinkedIn ↗

Ensaie o desempenho acústico com quem faz projeto, ensaio e defesa

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Dúvidas frequentes

Perguntas sobre o Ensaio de Desempenho Acústico NBR 15575

O que é o ensaio de desempenho acústico da NBR 15575?
É a medição in loco que verifica se a edificação habitacional atende aos critérios acústicos da NBR 15575 — isolamento a ruído aéreo entre unidades e de fachada, ruído de impacto em pisos e ruído de instalações — e enquadra cada elemento em nível mínimo, intermediário ou superior.
Quais ensaios são feitos?
Isolamento a ruído aéreo (DnT,w) em paredes e pisos, isolamento a ruído de fachada (D2m,nT,w), isolamento a ruído de impacto em pisos (L'nT,w), níveis de ruído de instalações prediais e a classificação acústica da fachada.
A NBR 15575 mudou em 2025?
As emendas de 2025 (Partes 1, 4 e 5) trataram de desempenho térmico, para adotar o novo zoneamento bioclimático da NBR 15220-3:2024. Os critérios acústicos permanecem os da revisão de 2021.
Quando devo fazer o ensaio?
Antes da entrega das unidades / Habite-se, quando há exigência de financiamento ou de contrato, para defesa contra reclamação de comprador, ou como diferencial de venda do empreendimento.
Ensaio ou simulação — qual eu preciso?
Simulação na fase de projeto, para evitar erro caro de especificação; ensaio com a obra pronta, para comprovar o desempenho. O ideal é simular antes e ensaiar depois. A GNR faz os dois.
E se algum elemento não atingir o critério?
O laudo indica o elemento e o quanto faltou; a GNR aponta a correção dirigida e refaz o ensaio de comprovação.